{"id":2457,"date":"2024-11-21T11:28:35","date_gmt":"2024-11-21T11:28:35","guid":{"rendered":"https:\/\/nestor.saiace.com\/?page_id=2457"},"modified":"2024-11-23T16:01:11","modified_gmt":"2024-11-23T16:01:11","slug":"nestor-saiace-00422-algunas-opinioes-criticas-portugues","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-00422-algunas-opinioes-criticas-portugues\/","title":{"rendered":"N\u00e9stor Saiace &#8211; 00422 &#8211; Algunas Opini\u00f5es Cr\u00edticas &#8211; Portugu\u00eas"},"content":{"rendered":"<p><!DOCTYPE html><br \/>\n<html><br \/>\n<head><\/p>\n<style>\n        \/* Estilo para cambiar el color de fondo, m\u00e1rgenes y padding de todo el cuerpo *\/\n        body {\nmargin-top: -110px; \/* Elimina m\u00e1rgenes del body *\/\n            margin-left: 0.5px; \/* Elimina m\u00e1rgenes del body *\/\nmargin-right: 0.5px; \/* Elimina m\u00e1rgenes del body *\/\n            padding: 0; \/* Elimina padding del body *\/<\/p>\n<p>        }<\/p>\n<p>        \/* Estilo para agregar padding interno en toda la p\u00e1gina *\/\n        .page-content {\n            padding: 0px; \/* Ajusta el padding seg\u00fan lo necesario *\/<\/p>\n<p>            min-height: 100vh; \/* Asegura que el contenido ocupe al menos el 100% de la altura de la ventana *\/\n        }\n    <\/style>\n<p><\/head><br \/>\n<body><\/p>\n<div class=\"page-content\">\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 24px; font-family: arial;\"><b><a href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-004\/\" style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\"\n   onmouseover=\"this.style.color='#737373';\" onmouseout=\"this.style.color='#303030';\">N\u00e9stor Saiace<\/a><\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 13px; font-family: arial;\"><a href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0041-catalogo-portugues\/\" style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\"\n   onmouseover=\"this.style.color='#a6a6a6';\" onmouseout=\"this.style.color='#303030';\">Cat\u00e1logo<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px; font-family: arial;\"><a href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0042-textos-portugues\/\" \n   style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\"\n   onmouseover=\"this.style.color='#a6a6a6';\" onmouseout=\"this.style.color='#303030';\">Textos<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px; font-family: arial;\"><a href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0043-exposicoes-portugues\/\" style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\"\n   onmouseover=\"this.style.color='#a6a6a6';\" onmouseout=\"this.style.color='#303030';\">Exposi\u00e7\u00f5es<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: 13px; font-family: arial;\"><a href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0044-galeria-portugues\/\" style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\"\n   onmouseover=\"this.style.color='#a6a6a6';\" onmouseout=\"this.style.color='#303030';\">Galeria<\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 26px;\"><b>ALGUMAS OPINI\u00d5ES CR\u00cdTICAS<\/b><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e9stor Saiace se entrega mais que nunca \u00e0 nostalgia (os velhos caf\u00e9s, o \u201cm\u00fasic-hall\u201d, a retreta) e os impregna de uma suave e comovedora beleza, patinando-os como se sua m\u00e3o fosse a do tempo e dando-lhe uma bel\u00edssima vibra\u00e7\u00e3o espiritual. Quadros perfeitos, os seus.\u00bb<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">C\u00e9sar Magrini, El Cronista Comercial, Buenos Aires, 3 de junho de 1990.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cH\u00e1 tempo que venho seguindo, cada vez com crescente interesse, as mostras de N\u00e9stor Saiace, artista s\u00e9rio, trabalhador e profundo. Com raras exce\u00e7\u00f5es e desde alguns anos, aproximadamente, Saiace se pronunciou por um intimismo com perfis um tanto expre\u00adssionistas primeiro, claramente naturalistas depois. No fundo \u00e9 um elegfaco. Porque canta primordialmente os velhos caf\u00e9s, sua particular atmosfera, seus personagens est\u00e1ticos, hier\u00e1ticos quase, como participantes de uma obscura, de uma silenciosa conjura. Claro que tudo isto tem a ver com o tema, e o tema, j\u00e1 dizia Brahms, \u00e9 secund\u00e1rio; o que importa \u00e9 saber que fazer com ele. E Saiace sabe disso. Ritualmente quase, sua pintura que vai s\u00e1bia e progressivamente da sombra \u00e0 luz, faz com que o visitante entre no tempo que passou, tempo cujas areias flu\u00edram, \u00e9 certo, mas n\u00e3o sem deixar seus reverberantes testemunhos. Magn\u00edfica pintura a sua. Eco ou re\u00edlexo de uma sensibilidade \u00edmpar, que det\u00e9m o olhar, introspectivo, no territ\u00f3rio das pr\u00f3prias recorda\u00e7\u00f5es -o \u201cvert paradis\u201d do qual falava Baudelaire- e que faz com que, generosamente, o visitante compartilhe essas vis\u00f5es. O que \u00e9 um pintor? Entre muitas coisas, o que ensina a ver. Ou a revalorizar o que a gente cr\u00ea haver visto. E o que, como em seu caso, revela a obscura, praticamente invis\u00edvel trama dos sonhos, e a converte em palp\u00e1vel, em deslumbrante realidade.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">C\u00e9sar Magrini, El Cronista Comercial, Buenos Aires, 28 de junho de 1984.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[N\u00e9stor Saiace]&#8230;\u201cem poucos anos consolidou seu of\u00edcio de tal maneira, conservando frescos o talento, a imagina\u00e7\u00e3o e os dons para pintar, que j\u00e1 se pode coloc\u00e1-lo, facilmente, entre os nomes mais valiosos e mais representativos de sua gera\u00e7\u00e3o. Progrediu, especialmente, no seu manejo da luz -os temas continuam sendo, predominantemente, as fachadas ou os interiores de um caf\u00e9, de uma sala de ch\u00e1- a partir do qual o quadro inteiro adquire a plenitude de seu valor, como se os diferentes elementos que o integram fossem sendo paulatinamente resgatados em fun\u00e7\u00e3o dessa mesma luz; reduziu ainda mais os efeitos crom\u00e1ticos, e flutua, em quase todos seus trabalhos, um expressionismo de ra\u00edzes nost\u00e1lgicas, prova de que para Saiace a vida &#8230; [\u00e9 uma]&#8230; sucess\u00e3o de sombras, fugazes algumas, est\u00e1ticas as outras, com sua carga de solid\u00e3o, com seu vazio, e inclusive tamb\u00e9m com seu fastio. Sensa\u00e7\u00f5es que desperta uma pintura que, como a sua, vai se enriquecendo cada vez mais, pela soltura, sempre moderada, da linha, e por essas flutua\u00e7\u00f5es apagadas, amortecidas da cor, em estampas de um tempo que passou, e que, milagrosamente, gra\u00e7as \u00e0s aptid\u00f5es muito especiais do criador, permane e como imerso em si mesmo, fonte de uma exp\u00eariencia est\u00e9tica de m\u00faltipla e vigente tradi\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">C\u00e9sar Magrini, El Cronista Comercial, Buenos Aires, 10 de agosto de 1982.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSaiace indaga com sua costumeira gama baixa nas reviravoltas, por assim dizer, que d\u00e3o forma \u00e0s figuras e \u00e0s coisas com a mais arriscada maneira que \u00e9 a mancha e, guiado instintivamente pelo sentido da cor, a tela vai se cobrindo com essa p\u00e1tina que outorga \u00e0 cena sua condi\u00e7\u00e3o de elemento de aprecia\u00e7\u00e3o \u00f3tica, evitando assim o cl\u00e1ssico perigo do liter\u00e1rio neste breve e pitoresco universo. \u00c0s vezes, quando se descobre na persegui\u00e7\u00e3o do tom buscado se superpuseram v\u00e1rias camadas de cor, se compreende de que maneira con\u00ad scientemente tenaz -ostinato rigore-, sem abandonar a luta, o artista constr\u00f3i a arma\u00e7\u00e3o de seus quadros com a paix\u00e3o de um obsesso\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Eduardo Baliari, EI Economista, Buenos Aires, 6 de agosto de 1982.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e9stor Saiace apresenta \u00f3leos em Wildenstein, que mostram caf\u00e9s, densamente pinta\u00addos, com empastamentos grossos, em terras, em ocres, em bege, etc. e com ocasionais toques de cores brilhantes. S\u00e3o caf\u00e9s de encantamento, evoca\u00e7\u00f5es do passado, j\u00e1 muitos deles desaparecidos, ou que ainda existem s\u00f3 porque o cora\u00e7\u00e3o e a imagina\u00e7\u00e3o de N\u00e9stor lhes d\u00e1 a vida. Estes s\u00e3o lugares onde se conversa tranq\u00fcilamente, onde se trocam id\u00e9ias, onde a gente se encontra com algu\u00e9m, fuma um cachimbo ou cigarro, ou l\u00ea o jornal \u00e0 luz prateada que se filtra atrav\u00e9s dos vidros de uma porta ou janela de estilo \u201cart nouveau\u201d. Os quadros se intitulam <em>Interior de un caf\u00e9 italiano<\/em>, <em>Aux Deux Magots<\/em> (Paris), <em>Viejo caf\u00e9 Tortoni<\/em> (Buenos Aires), <em>Taberna<\/em> (Atenas). H\u00e1 um resqu\u00edcio de Daumier ou de Manet na massa das formas e na contraluz. Chega-nos uma reminisc\u00eancia de Marcel Proust, de sua <em>\u00c0 la recherche du Temps Perdu<\/em>.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Thelia C.de Behar, Buenos Aires Herald, Buenos Aires, 27 de julho de 1981.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cUma exposi\u00e7\u00e3o anterior de Saiace nos introduzia nos caf\u00e9s, mais bem qualificados ainda como \u201ccafetines\u201d, com essa atmosfera nebulosa de lugares n\u00e3o totalmente saud\u00e1veis ao reumatismo da moral; era a\u00ed onde os casais de bailarinos cumpriam o rito sensual do tango, o \u00e1lcool, o drama da solid\u00e3o, e especialmente o abra\u00e7o com a mulher. Agora insiste em um tema que pelo visto n\u00e3o somente o apaixona, como tamb\u00e9m realmente lhe outorga os mais diversos matizes para que possa permanecer no clima da interpreta\u00e7\u00e3o puramente pl\u00e1stica.<br \/>\n\u201cMas n\u00e3o somente encontrou o apoio nos caf\u00e9s portenhos, que v\u00e3o at\u00e9 a evoca\u00e7\u00e3o do antigo Caf\u00e9 Tortoni, sen\u00e3o que de suas viagens por diferentes pa\u00edses nos traz id\u00eanticas impress\u00f5es da Fran\u00e7a e da Gr\u00e9cia, por exemplo, o que nos d\u00e1 uma id\u00e9ia de universalidade deste aspecto da vida urbana. Caf\u00e9 ou taberna, Saint Germain, La Tour ou Magog [sic], o caf\u00e9 \u00e9 um aspecto pitoresco e ritual das cidades e dos homens que transcende at\u00e9 uma m\u00falti\u00adpla possibilidade expressiva de manchas, cores e formas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Eduardo Baliari, EI Economista, Buenos Aires, 17 de julho de 1981.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA luz -que no seu caso n\u00e3o \u00e9 penumbra- das atmosferas dos caf\u00e9s, lhe permite ensa\u00ad iar esse dom\u00ednio que tem na pincelada que ao mesmo tempo que dota de cor as formas, as define. Ou em seu caso poderia dizer melhor que as desmancha at\u00e9 faz\u00ea-las fundir com o \u00e2mbito. Porque Saiace n\u00e3o precisa perseguir a figura humana ou as coisas at\u00e9 encontrar\u00ad lhes sua exata defini\u00e7\u00e3o representativa, sen\u00e3o que nos aproxima a elas mediante a impress\u00e3o de que v\u00e3o carregadas suas anota\u00e7\u00f5es conformando a integridade ambiental. N\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m um pintor de manchas como poderia se supor, sen\u00e3o um artista que provo\u00adca a nossa imagina\u00e7\u00e3o, motorizando-a para o encontro com mais de uma possibilidade em cada enfrentamento com o quadro. Isto \u00e9, o quadro n\u00e3o se esgota nunca e sobrevive em si mesmo.<br \/>\n\u201cContornos incertos e espa\u00e7os n\u00e3o definitivos d\u00e3o marco \u00e0s coisas que assim exaltam-se pela cor, n\u00e3o pelas formas identificadoras. O contraste entre as formas e a maneira em que<br \/>\ns\u00e3o representadas, produz essa sensa\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica do po\u00e9tico, se por isso entendemos que se chegou trilhando o caminho mais curto -ou o que lhe \u00e9 pr\u00f3prio ao autor- a ess\u00eancia do que prop\u00f5e, seja uma partida de bilhar ou a apresenta\u00e7\u00e3o de um conjunto musical.<br \/>\n\u201cH\u00e1 uma for\u00e7a contrastante comunicativa em sua cor, em suas cores, e at\u00e9 beira mila\u00adgrosamente os limites do expressionismo, tend\u00eancia na qual n\u00e3o se pode enquadr\u00e1-lo porque h\u00e1 uma diferen\u00e7a fundamental de conte\u00fado entre sua pintura e a manifesta\u00e7\u00e3o exul\u00adtante da escola fauve. A esse erro pode induzir tamb\u00e9m a sensualidade de sua palheta, dom\u00adinada precisamente no instante em que pode deixar prevalecer o instinto sobre sua humil\u00addade comunicante.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Eduardo Baliari, El Economista, Buenos Aires, 30 de novembro de 1979.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cLongo \u00e9 o caminho percorrido por N\u00e9stor Saiace desde sua \u00faltima mostra. Alguma influ\u00eancia alheia desapareceu por completo, sua linguagem \u00e9 agora pr\u00f3pria, profunda e de uma maturidade surpreendente. Seus \u00f3leos se v\u00eaem na Galeria Wildenstein. Melhor, mais justo, seria dizer que se contemplam. Porque isso exigem, peremptoriamente: que sejam contemplados sem pressa, para poder assim ingressar, lentamente, ao mundo que prop\u00f5em. O desenho se afirmou, se concentrou, ganhou em nitidez, em defini\u00e7\u00e3o, mas sem perder algo important\u00edssimo em seus quadros atuais; o parecido a uma vaga atmosfera de n\u00e9voa. O mesmo acontece com a cor: voltou-se para dentro, em gamas baixas mas por demais eloq\u00fcentes, enriquecidas at\u00e9 um ponto que assombra (em especial, quando traba\u00adlha com certas p\u00farpuras, certos lilases, obt\u00e9m os efeitos mais sedutores que se possam imaginar); depois, h\u00e1 algo como uma harmonia gestual em seu dom\u00ednio da mat\u00e9ria, do empastamento, que aproveitam os m\u00ednimos rev\u00e9rberos da luz, convertendo-a, \u00e0s vezes inclusive por aus\u00eancia, na grande protagonista do quadro. Fiel a seus temas prediletos, revestiu-os entretanto de uma roupagem fulgurante (e nisto nada t\u00eam a ver as escalas crom\u00e1ticas utilizadas ou seus respectivos valores), que fere, como a mais afiada das espadas, j\u00e1 que suas obras transmitem a sensa\u00e7\u00e3o de estarem imersas em \u00e1guas calmas, imemor\u00e1veis, e ao mesmo tempo atravessando, de maneira incessante, obstinada, a sempre esquiva recor\u00adda\u00e7\u00e3o. Curioso contraste o desta pintura j\u00e1 levantada, j\u00e1 maior: converte em permanente o fugaz, e n\u00e3o abandona, entretanto, o movimento. Muito \u00e9 o que cabe esperar, de agora em diante, da pintura de N\u00e9stor Saiace, justamente porque muito, e radiante, e \u00fanico, \u00e9 o que acaba de dar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">C\u00e9sar Magrini, EI Cronista Comercial, Buenos Aires, 29 de novembro de 1979.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA cor \u00e9 a disposi\u00e7\u00e3o inata de Saiace: mesmo nos registros mais baixos e arriscados con\u00adsegue uma matiza\u00e7\u00e3o muito ampla. Este dom\u00ednio das gamas e do matiz faz supor que \u201cplan\u00adta\u201d a obra com tintas muito saturadas, trabalhando sobre elas por superposi\u00e7\u00e3o. Assim obt\u00e9m esse clima sugestivo e emocional de <em>Nonetto ou Biliar I<\/em>, com oportunas acentua\u00e7\u00f5es na pincelada \u00e0s vezes carregada de mat\u00e9ria, como um ex-abrupto, ou com deliberada secu\u00adra nos tra\u00e7os que diagramam a composi\u00e7\u00e3o. A conota\u00e7\u00e3o musical se percebe na r\u00edtmica de seus contrastes, pela execu\u00e7\u00e3o da obra, pelas acentua\u00e7\u00f5es de algum perfil abreviado em s\u00edn\u00adcope. Tanto faz que o tema fa\u00e7a alus\u00e3o ou n\u00e3o a um motivo virtualmente musical, porque sua estrutura e articula\u00e7\u00e3o o s\u00e3o, genuinamente\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Elba P\u00e9rez, Convicci\u00f3n, Buenos Aires, 28 de novembro de 1979.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEstar frente aos quadros de N\u00e9stor Saiace (Galeria Wildenstein) nos faz sentir que aqui encontram-se as obras de um mestre que n\u00e3o quer outra coisa \u201csen\u00e3o irra\u00addiar um sentimento\u201d. A intimidade do ambiente (com m\u00fasica e jogadores de bilhar) \u00e9 para Saiace um bom pretexto para representar o claro e o escuro de tal forma que o espectador imediatamente sente-se identificado com seus quadros\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Argentinisches Tageblatt, Buenos Aires, 25 de novembro de 1979.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO importante&#8230; de N\u00e9stor Saiace \u00e9 que, embora se note algumas influ\u00eancias pict\u00f3ricas (estudou com Urruch\u00faa e J\u00falio Barrag\u00e1n entre outros), conseguiu encontrar seu pr\u00f3prio caminho, ao trascender as fontes, e identificando-se com uma mat\u00e9ria e uma cor que de certo modo ultrapassam as formas; por isso, em ocasi\u00f5es deve control\u00e1-las com um tra\u00e7o potente. Desse modo obt\u00e9m imagens vigorosas e espont\u00e2neas, ao armar uma esp\u00e9cie de competi\u00e7\u00e3o entre a sensibilidade da cor e a estrutura do sugestivo desenho. Por isso desen\u00adha com a cor impetuosamente, sem considerar detalhes. O impulso da cria\u00e7\u00e3o o arrebata de si, deixando um cunho de franqueza. Isto acontece tanto nas paisagens como nas figuras solit\u00e1rias ou em conjuntos. Ao pintar em diversas obras \u00aborquestras\u00bb, a din\u00e2mica da m\u00fasi\u00adca parece animar a composi\u00e7\u00e3o conferindo-lhe seu ritmo harmonioso aos tra\u00e7os, paralelos, contrapostos, obl\u00edquos ou curvados e imersos em uma variedade de matizes e sutilezas pl\u00e1s\u00adticas, que v\u00e3o dando um cariz muito pessoal a sua obra.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Hern\u00e1ndez Rosselot, La Raz\u00f3n, Buenos Aires, novembro de 1976.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e9stor Saiace, artista dono de uma palheta vibrante, colorida, de sens\u00edvel subst\u00e2ncia, que constr\u00f3i suas obras baseado essencialmente na fun\u00e7\u00e3o expressiva da cor. Suas composi\u00e7\u00f5es, apesar de possu\u00edrem violentas oposi\u00e7\u00f5es, fortes contrastes, s\u00e3o har\u00adm\u00f4nicas, flu\u00eddas e cromaticamente am\u00e1veis, embora exaltem, com transfiguradora liber\u00addade, como os \u201cfauves\u201d e os demais exacerbados expressionistas, a mat\u00e9ria, a forma e a cor.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Aldo Galli, La Prensa, Buenos Aires, novembro de 1976.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cUma pintura sensual, rica de mat\u00e9ria e realizada com uma palheta desinibida, dentro dos lineamentos que poderiam ser caros a um Del Prete ou a J\u00falio Barrag\u00e1n, \u00e9 a deste pin\u00adtor que demonstra em cada um de seus trabalhos um rico temperamento e uma muito estim\u00e1vel espontaneidade. <em>Casamiento en Tropea<\/em>, um dos melhores quadros da exposi\u00e7\u00e3o, arrasta a carga po\u00e9tica das obras realizadas com uma aparente frescura e espontaneidade pr\u00f3prias de quem tem um seguro dom\u00ednio do of\u00edcio.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">A. Bonomini, La Naci\u00f3n, Buenos Aires, novembro de 1976.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[Saiace]&#8230; \u201cmanifesta-se atrav\u00e9s de \u00f3leos potentes, definidos, nos quais a cor explode como o que \u00e9, uma explos\u00e3o de vida, e o desenho, da mesma maneira, uma turbulenta, mas n\u00e3o ca\u00f3tica, modalidade de existir. Saiace pinta, (nus, interiores, paisagens, naturezas mor\u00adtas, marinas) tal como sente e essa \u00e9 sua primeira e muito alta li\u00e7\u00e3o: a de uma autenticidade sem dissimula\u00e7\u00f5es. Por isso, sem d\u00favida, conquista como o faz. Por sua linguagem, exu\u00adberante e direta, por sua s\u00e3 e comunicativa alegria de viver (e em muitos casos, desbordante plenitude), por sua f\u00e9 e sua confian\u00e7a, imediatamente palp\u00e1veis em seus quadros, postas em tudo quanto o rodeia, mas tamb\u00e9m porque h\u00e1 em seus \u00f3leos um estilo que se afirma j\u00e1 definitivamente, uma seguran\u00e7a que evita a imita\u00e7\u00e3o ou as repeti\u00e7\u00f5es, e uma forma de cap\u00adtar (e de transmitir) sensa\u00e7\u00f5es, estados de \u00e2nimo, viv\u00eancias, que cativam em sua pujan\u00e7a, que demoram em torno dele o entusiasmo e a plenitude e que constituem, em ess\u00eancia, um luminoso e exemplar canto \u00e0 vida\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">C\u00e9sar Magrini, EI Cronista Comercial, Buenos Aires, 23 de novembro de 1976.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e9stor Saiace, disc\u00edpulo de Urruch\u00faa e J\u00falio Barrag\u00e1n, deles se contagia a preocu\u00adpa\u00e7\u00e3o pelo social e o bom uso da cor, al\u00e9m da paisagem sens\u00edvel e das naturezas mortas imersas em um mundo \u00e0s vezes pr\u00f3ximo a Torrallardona. Com todos estes apoios ben\u00e9fi\u00adcos, conseguiu independ\u00eancia na linguagem, personalizando-a e afian\u00e7ando-a por uma qualidade pl\u00e1stica ponder\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong><span style=\"font-size: 13px;\">Hern\u00e1ndez Rosselot, La Raz\u00f3n, Buenos Aires 31 de agosto de 1975.<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 14px;\">\u2022 <a style=\"text-decoration: none; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/as-externas-e-intimas-ressonancias-do-viver-diario\/\"><b>siguiente &#8211;&gt;<\/b><\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left; font-size: 13px;\"><span style=\"font-family: arial; word-spacing: 150%;\"><span style=\"color: #d4d4d4;\"><a style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-004\/\">\u00a0 In\u00edcio<\/a><a style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0041-catalogo-portugues\/\">\u00a0\u2022 Cat\u00e1logo<\/a><a style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0042-textos-portugues\/\">\u00a0\u2022 Textos<\/a><a style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0043-exposicoes-portugues\/\">\u00a0\u2022 Exposi\u00e7\u00f5es<\/a><\/span><a style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0044-galeria-portugues\/\">\u00a0\u2022 Galeria<\/a><a style=\"text-decoration: none; color: #303030; outline: none;\" href=\"https:\/\/nestor.saiace.com\/index.php\/nestor-saiace-0045-contato-portugues\/\">\u00a0\u2022 Contato<\/a><\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e9stor Saiace Cat\u00e1logo Textos Exposi\u00e7\u00f5es Galeria &nbsp; &nbsp; &nbsp; ALGUMAS OPINI\u00d5ES CR\u00cdTICAS &nbsp; &nbsp; \u201cN\u00e9stor Saiace se entrega mais que nunca \u00e0 nostalgia (os velhos caf\u00e9s, o \u201cm\u00fasic-hall\u201d, a retreta) e os impregna de uma suave e comovedora beleza, patinando-os como se sua m\u00e3o fosse a do tempo e dando-lhe uma bel\u00edssima vibra\u00e7\u00e3o espiritual. 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